quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Proteção Espiritual

Santo Anjo do Senhor, meu zeloso guardador.

Se Deus a ti me confiou, guardai-me e guiai-me na luz e na graça divina.

Encaminha os irmãos infelizes, encarnados e descarnados, para a luz da face de Cristo.

E protege-me de todo o mal.

Assim seja (Amém)!


Oração antiga, passada de geração em geração, para o bem e proteção de toda a humanidade. 

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Relacionamentos e seus investidores

Imagine que as relações humanas são como uma grande instituição financeira, um banco ou bolsa de valores, onde existem vários tipos de investidores. Todos eles, com perfis completamente diferentes, mas ligados pelo mesmo objetivo, criar e manter relacionamentos saudáveis e duradouros.

Conheça as regras, os investidores, e faça suas apostas
E, conhecer e entender o perfil de cada investidor, ajuda a identificar qual o nosso perfil e também das pessoas que nos relacionamos, de forma que esse entendimento permita melhorar as relações humanas.

Após refletir, dividi os "investidores" em três tipos ou arquétipos, os conservadores, os apostadores de risco, e os não-investidores.

Os conservadores são aqueles que ao conhecer alguém, seja companheiro de trabalho, candidato a amigo(a) ou namorado(a), demorarão para "investir" no novo. Naturalmente desconfiados, eles examinam lentamente o novo, baseados no medo, sempre prontos para se esquivar de uma traição. Os conservadores ficam a espreita imaginando o que o outro tem em mente, e gradativamente formando a opinião se devem ou não apostar.

Quando decidem apostar, não colocam todas as fichas na mesa, vão apostando uma a uma, até que realmente possam confiar no novo relacionamento. Mas, é necessário ressaltar, que qualquer deslize será suficiente para que ele mude de opinião e recolha todas as fichas apostadas até aquele momento.

Já os apostadores de risco, destemidos, são naturalmente emocionais, se apaixonam pelo novo. Sem medo de perder ou se machucar, lançam o corpo de peito aberto rumo ao precipício, na certeza que serão amparados pelo outro. Apostam tudo! Sem titubear jogam todas as fichas na mesa. Quando recebem uma resposta recíproca, sentem-se vitoriosos, e felizes por poder apostar no melhor da humanidade. Porém, quando decepcionados, seja por mentiras, deslealdade e falta de reciprocidade, vão gradativamente retirando as fichas da jogada.

Não radicais, eles ainda concedem um novo voto de confiança, porém com ressalvas. E neste momento que o jogo é decidido, porque podem novamente apostar no novo, ou gradualmente retirar as fichas da mesa, até que o novo seja considerado nada, e passe a inexistir.

Por fim, os não-investidores, sem muitas explicações, são totalmente descrentes nas relações humanas. Eternamente desconfiados, jamais dão um voto de confiança ao outro, preferem ficam na defensiva, dentro da ostra, inertes, não dispostos a mexer um músculo rumo à evolução. E por que? Quanto se é uma pessoa sorrateira, pronta para trair, puxar o tapete alheio em benefício próprio, certamente também se é uma pessoa desconfiada. Seguindo o raciocínio, o indivíduo que trai o próximo, sempre acha o outro pode traí-lo.

A questão é entender qual o tipo de investidor somos, e principalmente com quais investidores estamos nos relacionando. Creio que essa consciência ajudará no auto-conhecimento, e principalmente evitar frustrações e usufruir de relações plenas e saudáveis.

Silas Macedo

domingo, 9 de setembro de 2012

Joio, trigo e política


Nos últimos tempos, a política, e as vivências entorno dela, tem me feito aprender e também refletir muito sobre ela, justamente por estar trabalhando como assessor de imprensa de um parlamentar de Guarulhos.

Em meio a corrida para as eleições 2012, faltando menos de 30 dias para o povo ir as urnas eletrônicas, supostamente para escolher seus representantes junto ao Poder Público, o que vejo apenas é grande parte da população descrente sobre qualquer possibilidade de mudança  no cenário político, indecisa entre anular o voto ou não.

E como mudar este quadro, já que temos em Guarulhos 1128 candidatos a vereador, sete para prefeito  - segundo o site DivulgaCand, incluindo os candidatos com nomes como Palhaço Legume, Bigode da Lotação, João Cabeção, Fulana da Tapioca, João do Gás, entre tantas outras bizarrices. Sem esquecer de incluir entre as opções, aqueles que não entendem nada de política e almejam apenas um cargo na Prefeitura, os corruptos que já atuam como parlamentares e desejam continuar no comando, os que tem a chamada moral flexível, e por fim, embaixo de toda essa sujeira, alguns bem intencionados, e no final aqueles que entendem, amam e querem fazer política limpa.

O grande desafio, diria quase utópico, é expurgar todos o lixo que se intitula candidatos a representantes do povo, dando oportunidade para os  realmente dispostos trabalhar. E por falar em povo, será que ele realmente sabe votar? Penso que votar é uma arma, um direito conquistado, que deve ser usado com sabedoria, e não desperdiçado como tem sido feito.

O povo não escolhe seus representantes conscientemente, com poucas exceções. A maioria ainda vende o voto de alguma forma, defendendo apenas os interesses e proveitos individuais. Estamos na reta final das eleições, e a maioria desconhece os prefeituráveis, e quanto aos vereadores, poucos são os que têm boas propostas e são ouvidos  pela população.

Acredito que única forma de resolver esta equação é por meio da educação do povo, ensinando o cidadão desde cedo a conhecer e refletir política. Sem a necessidade de ser um cientista político, mas apenas alguém consciente. E na outra via, criar mecanismos que impeçam que qualquer um se torne um parlamentar. A proposta do Ficha Limpa já é um começo, mas penso que é necessário criar muitos outros. Sugiro um  currículo mínimo para ser candidato, incluindo por exemplo; a realização de trabalhos sociais, engajamento, formação acadêmica e bons projetos.

Sem dúvida, ações que apenas surtirão efeito a longo prazo. Isso, caso essas mudanças venham acontecer. E o que resta então?

Votar consciente! E como em um trabalho de formiguinha, cada um fazendo sua parte, para obter a diferença no resultado final.


Silas Macedo

sábado, 25 de agosto de 2012

Casar ou comprar uma bicicleta, eis a questão...

Casar ou comprar uma bicicleta? Esta frase remete a uma dúvida comum do ser humano, quando é necessário decidir em se unir a alguém, construir uma vida juntos, ou simplesmente seguir outro caminho.

A recente notícia do casamento de uma amiga balzaquiana, uma união repentina diria, me fez refletir sobre a decisão e a importância de se unir a alguém. Por que as pessoas se casam? Quais os conceitos e convenções envolvidos no matrimônio? Quais os motivos que levam duas pessoas a trilharem um só caminho?

No caso da minha amiga, ela afirma que não dispõe mais de tempo para ser infeliz, e que encontrou alguém que também está disposto a construir uma vida juntos. E novamente me deparo com a afirmativa, disposição é sinônimo de amor. Foi inevitável, questionei minha amiga se ela não tinha medo de arriscar, errar, e se frustar. Sem titubear, ela afirmou que não, primeiro porque  está seguindo seu coração, e segundo porque viver é correr riscos.

Seguindo o raciocínio questionei uma outra amiga, com vinte e poucos anos, que também vai se casar, se ela tinha plena certeza da decisão. Fui esclarecido com a resposta: Claro que sim! Com ele eu posso ser eu mesma, não mentir, ser compreendida, e ter a certeza que tenho um amigo, companheiro e amante que poderei contar sempre.


Outro amigo me disse, eu não tenho dúvidas que ela é a mulher da minha vida, e ela sabe que eu sou o homem da vida dela, e por que? Eu sei que se precisar dela as três da madrugada, e se for necessário atravessar o mundo, ela estará comigo, assim como eu faria isso por ela. 

Diante desses relatos, penso que afirmar que o casamento é sinônimo de naufrágio e infelicidade, é um erro. O conceito de união foi ao longo do tempo deturpado e confundido com convenções, criando casamentos falsos e tristes. 


Sinceramente, penso que só que as pessoas devam apenas se casar quando têm certeza do que querem, sentem e almejam. Passado o período de namoro que contempla a atração, paixão e reconhecimento (período do test drive), é necessário questionar se os interesses apontam para o mesmo local, e ainda se além da atração física e sexual, o respeito, o companheirismo, o amor e amizade serão suficientes para construir um relacionamento forte e duradouro.


Se as respostas forem positivas é hora de pegar a bicicleta, colocar o amor confortavelmente na garupa e seguir - preparados para os buracos, superando altos e baixos - rumo a felicidade. 

É o que almejo pra mim.


Silas Macedo

domingo, 12 de agosto de 2012

Via de mão dupla

Recentemente ouvi de um amigo: "Você sumiu! Tenho sentido sua falta na minha vida." Na hora respondi que estava trabalhando demais, mas que em breve nos encontraríamos. O questionamento me fez refletir sobre a importância da reciprocidade nas relações, sejam elas, familiares, profissionais, amorosas ou amizade. 

É fato que a agitação do dia a dia por vezes nos faz "esquecer" de dedicar a devida atenção para as pessoas que queremos bem. Quantas vezes a corrida contra o relógio, somada a milhares de tarefas cotidianas, nos faz esquecer o aniversário de um amigo, um compromisso agendado há dias, ou mesmo mandar uma mensagem ou fazer uma ligação para quem amamos. 

Penso que não há culpados nas relações negligenciadas, creio que haja apenas pessoas desatentas que não se policiam. Afinal, será que é impossível dispor de um minuto para fazer, por exemplo, uma ligação? Quantas vezes fazer uma chamada apenas para desejar "bom dia" ou saber como a pessoa está, pode mudar o dia de uma pessoa, ou ainda no caminho inverso, salvar o nosso. 

As relações, como quase tudo na vida, necessitam de cuidado e atenção, caso contrário, perdem a força e morre. A chamada regra de ouro - trate o próximo como deseja ser tratado - deve ser aplicada a todos os tipos de relacionamentos. No trabalho com respeito e responsabilidade, nas amizades para que elas se fortaleçam na verdade, na família compreendendo e respeitando as individualidades, e na atividade diária de fortalecimento e reconquista do amor.

E como em uma via de mão dupla, é necessário que haja fluxo de ida e volta (a tal reciprocidade). É neste fluxo que é possível perceber se tudo o que se devota é recebido com respeito e gratidão, e principalmente, se tem devolução. Nós humanos somos benevolentes e também egoístas, por isso, temos a necessidade de receber de volta o que doamos, por mais que uma pessoa seja altruísta, a devolutiva serve como termômetro nas relações. 

Basta pensar, ninguém liga para alguém que não faz questão de receber aquela ligação, um exemplo, entre tantas situações.

Diante disso, penso que a meta é seguir nesta via de mão dupla, de forma que possamos amar e em troca amados ser.

Silas Macedo



segunda-feira, 25 de junho de 2012

Verbo Abravanar

Abravanar, eis o novo verbo! Muitas pessoas têm me questionado sobre a veracidade e a origem deste verbo. Para aqueles que nunca ouviram ou usaram esta palavra, segue a explicação. "Hoje vou abravanar! Nossa, fulano abravanou ontem." Quando alguém extravasa, exagera, rompe limites, se sobressai, foge ao cotidiano, ela simplesmente ABRAVANA!

É quase um sinônimo de arrasar. Mas qual a origem da palavra que, inicialmente foi usada por um grupo seleto de amigos e, gradativamente, vem sendo agregada ao vocabulário de mais e mais pessoas? Tudo começou com a amiga, jornalista e ex-professora Cicélia Pincer. 

Segundo ela, a etimologia da palavra está diretamente ligada ao nosso querido amigo Silvio Santos Abravanel, mais conhecido como o dono do baú, proprietário do SBT (Sistema Brasileiro de Televisão), e também da rede de cosméticos Jequiti - para nossas amigas de casa e "bios" (sinônimo para gays) de plantão.

Ao usar o verbo pela primeira vez, Cicélia explicou que o Silvio Santos é o perfil perfeito de brasileiro que superou as próprias expectativas, partindo da carreira de camelô para o empresário e, sem dúvida, a figura da mídia mais carismática do País.

Diante da explicação, o sentido da palavra ficou claro. Abravanar é sinônimo de superação e tudo o que é bom (podendo ser usada ainda para situações de exagero). Se entendeu e gostou do verbo, então comece a usá-lo, e mais importante, prática-lo na vida.

Abaixo a conjugação verbal para evitar erros:

Eu abravano
Tu abravanas
Ele abravana
Nós abravanamos
Vós abravanais
Eles abravanam


Silas Macedo

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Exercício do livre-arbítrio

O livre-arbítrio é, sem dúvida, a maior e mais difícil dádiva dada por Deus aos homens. Afirmo, após refletir sobre o significado do dom da escolha, suas infinitas possibilidades diante desta ou aquela escolha sobre o tempo, e principalmente, a evolução e o aprimoramento pessoal.

Para entender a magnitude do livre-arbítrio, basta olhar as pequenas situações no cotidiano que refletem leis universais que levam ao exercício pleno do amor.

Primeiramente, ao olhar uma criança é comum vê-la andar despreocupada, curiosa, e disposta a "colocar o dedo" em tudo para sentir a textura, gosto e temperatura. É natural, que o adulto atento, oriente a criança quanto ao que é certo ou errado, pode ou não, o que faz bem e mal. "Não coloca o dedo na tomada, você vai levar um choque", avisa.

Mas, não é surpresa, se logo ouvir o choro da criança ao levar o choque elétrico. Um situação que demonstra um pouco da natureza humana, contestadora, disposta a correr riscos, mesmo recebendo alertas. Diante disso, a criança - agora satisfeita - aprendeu, e o adulto - compreensivo - recorda que havia avisado.

Um exemplo simples que vale para todos os momentos da vida, seja na infância, adolescência, vida adulta ou velhice. Sempre em processo de aprendizado, as escolhas vêm para aplainar nossas arestas, e contribuir com o caminho rumo ao futuro. E quantas vezes a dúvida na surge? Devo seguir este ou aquele caminho? Entro na batalha ou abstenho? Caso ou compro uma bicicleta?

E quais as consequências dessas escolhas diante do mar de possibilidades. Algo como o efeito borboleta - o bater das asas de uma borboleta pode mudar o curso natural da realidade, conceito apresentado no filme, de 2004, com mesmo título, dos diretores Eric Bress e J. Mackye Gruver.

Porém, o mais relevante, de forma empática, é observar e respeitar a escolha do outro, seja uma criança, um filho, amigo, ou amor, mesmo diante de um erro visível e confirmado. Mas como vou deixar quem eu amo e protejo dar uma cabeçada na pedra, sabendo da dor? É exatamente neste momento que é necessário praticar o amor e o respeito a livre escolha.

Deus em sua infinita sabedoria e amor, nos concedeu o livre-arbítrio, permitindo escolher entre, por exemplo, a violência e barbárie, e a paz. Ele, independente do nome dado - Deus, God, Alá, Krishna, Grande Espírito, concedeu a humanidade a escolha e a eternidade necessária para a evolução individual. 

Quem ama, respeita e compreende, sendo um exercício de aprendizado, tanto para quem orienta, como para o que é orientado. Uma missão, por vezes difícil, porque é normal também no ser humano brigar por aqueles que se ama.

Diante disso, usemos este dom para a evolução pessoal, contribuindo com o caminhar e o aprendizado de quem amamos.

Silas Macedo

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Frágeis e preciosas relações

A vida começa, e com ela o primeiro grão de areia despenca rumo a contagem regressiva na ampulheta que leva a morte. A cada dia, um novo nascer do sol, e com ele oportunidades para conhecer e desfrutar da experiência de viver. Independente de crença ou religião, que discutem a veracidade da continuação pós-morte, seja na ressurreição, reencarnação ou imortalidade da alma, é fácil vislumbrar - em meio a tantas incertezas - qual o saldo real e positivo da vida. Arrisco afirmar que são as relações, amizades, amores e vivências, as únicas preciosidades que de alguma forma serão imortalizadas.

É comum ver em despedidas ou sepultamentos, pessoas recordando e falando das memórias, do jeito de sorrir, falar, qualidades e defeitos, de alguém que não mais estará fisicamente entre os presentes. A morte é, e sempre foi, o maior mistério da humanidade. Afinal, qual o sentido da vida? Uma pergunta que desde sempre ronda os pensamentos de homens e mulheres ao longa da história.

Porém, há vezes que grandes mistérios dão indícios de como serem resolvidos por meio das formas mais simples. O que seriam a memória, a saudade e o bem querer, se não sinais da imortalidade. E não me refiro a recordação impressa em fotos, mas aquela que pode ser vista refletida nos olhos de alguém que lembra de forma carinhosa aqueles que já seguiram ao encontro da morte. Pensamentos e lembranças não seriam desenhos sutis que desmistificam a morte e comprovam a imortalidade? Creio que sim.

E diante da resolução de tal equação, é possível perceber a importância em cultivar boas e verdadeiras relações durante a vida, porque somente as amizades e amores verdadeiros serão o saldo positivo ao final da jornada terrestre. Algo tão precioso e frágil, que muitas vezes negligenciamos por motivos infundamentados. Uma discussão de ideias, pequenas divergências, egoísmos e medos se fazem suficientes para ofuscar o valores das verdadeiras relações.

Quem nunca brigou com alguém que ama? Quem nunca se arrependeu? Quem nunca ficou longe de quem se ama por um bobagem? E enquanto buscamos justificativas - completamente sem valores - para endossar a ausência, o tempo corre, e cada grão de areia da ampulheta é desperdiçado. Tempo suficiente para aproveitar cada momento, cultivar boas relações e dizer que ama. Afinal, dizem que apenas brigamos com quem amamos, com quem realmente faz diferença em nossas vidas.

Que alívio, quando o véu da mágoa cai dos olhos, permitindo que amizades e amores sejam reatados. Um suspiro tranquilo, já que a areia continua cair, só que agora podendo ser usufruída da forma que realmente merece.

E ao perceber essa realidade, sejamos capazes de literalmente cultivar as relações, cuidando de quem amamos, reconquistando diariamente a pessoa que almejamos  passar o resto de nossas vidas, reacendendo a paixão, reafirmando valores como lealdade, perpetuando as verdadeiras amizades, e fortalecendo os laços familiares. 

Uma missão difícil, tendo em vista que a vida não é só flores, mas, sem dúvida, possível de ser cumprida. Basta dispensar atenção ao que realmente necessita. E, caso haja pessoas que desejam viver o contrário, respeite o livre arbítrio, e siga rumo a felicidade e a plenitude.

Por isso, se eu pudesse dar um conselho valioso, não titubeie em fazer as pazes e dizer o quanto ama alguém. A vida é preciosa demais para ser desperdiçada com tolices.


Silas Macedo